Tokenizaçāo do Crédito de Carbono no Brasil via Amazonas Coin



A criptomoeda de CO2 alternativa ao Bitcoin que promete salvar o planeta

O problema da emissão de CO2 não é só dos países, das empresas poluentes e dos mineradores de Bitcoin, é de todos. A Amazonascoin aparece como uma solução viável para que qualquer pessoa possa fazer a sua parte em salvar o planeta e ainda ser recompensado por isso.

As emissões de CO2 atingiram o record em 2018 com mais de 40 gigatons de gases lançados na atmosfera. As recentes queimadas na Amazônia Legal acenderam mais uma luz de alerta na comunidade internacional. Haverá uma forma realmente sustentável de   o planeta com tecnologia?

A mineração de Bitcoin e suas altcoins tem aumentado a emissão de gases de CO2 na atmosfera, por causa do uso exagerado e sem controle de energia elétrica. Cerca de 1% de toda a energia mundial é utilizada em mineração de cripto ativos baseados em tecnologia PoW. Este consumo de energia é igual ao total da energia elétrica consumida na Suíça.

Bitcoin e CO2

Cada Bitcoin ou cripto ativo baseado em tecnologia PoW lança no ar mais de 40 toneladas de CO2 por moeda minerada, ou seja, só esta mineração é responsável por 0,3% das emissões de CO2 globais. Além disso, o preço da energia deixa a mineração PoW praticamente impossível de ser feita em casa, tendo em vista que se gasta cerca de 17,5KWh para minerar USD$ 1,00 de Bitcoin.

Isso é muito? vamos a um exemplo: se o Bitcoin estiver cotado a USD$ 10.000,00, a mineração desta mesma unidade de Bitcoin gastará 175.000 KWh. Como comparativo, uma residência de uma família média consome 400 KWh por mês, ou seja, um Bitcoin custa, para ser minerado (gerado), cerca de 36 meses e meio de conta de luz desta mesma família.

A solução digital para o CO2

O que mais assusta é a possibilidade de que, até 2050, o planeta poderá ter seu aquecimento aumentado em até 2 graus Celsius, caso as 750 giga toneladas adicionais de CO2, lançadas na atmosfera pelos seres humanos todos os anos, não sejam sequestradas da atmosfera.

A maneira de resolver essa equação passa por reflorestar em massa, de maneira que o próprio meio ambiente possa fazer a sua parte e diminuir a temperatura na Terra. A conta final é a de que para resolver este problema, a humanidade tem que reflorestar 200.000 hectares de terra por ano, durante 30 anos, para que se possa reduzir tal quantidade de CO2 do ar.

Uma árdua tarefa… e quem pagará esta conta? Eu e você, enfim, todos.

Amazonascoin: uma alternativa sustentável ao Bitcoin

Pensando em como resolver essa equação climática os especialistas da holding brasileira KBC e os diretores do Instituto Nacional de Excelência em Políticas Públicas (Brasil) desenvolvem há 1 ano uma tecnologia de blockchain e um modelo de negócios que visa a indexar um cripto ativo de produção sustentável ao mercado de créditos de carbono e suas bolsas. A blockchain desenvolvida na tecnologia PoC (prova de capacidade) emite 10.000% menos CO2 na atmosfera, quando comparada à tecnologia PoW (do Bitcoin e suas altcoins).

Por utilizar o espaço em HD em vez de velocidade e potência de placas gráficas, os cripto ativos PoC são verdadeiramente sustentáveis, não só por gastar menos energia e por serem muito mais distributivos, mas especificamente por serem mais econômicos e permitirem ao minerador usar sua própria energia caseira, sem aumentar absurdamente a conta a ser paga. Os times do INEPP e da KBC criaram um modelo de negócio cujo ecossistema visa a transacionar créditos de carbono e a integrar a cadeia produtiva de reflorestamento à cadeia produtiva de mineração de cripto ativos, inserindo a preservação ambiental de forma efetiva no mundo digital. Esta moeda se chama AMAZONASCOIN.

A AMAZONASCOIN (AMZ) tem por propósito encurtar a distância entre investidores e os desenvolvedores de projetos verdes, empresas e startups que tenham como finalidade desenvolver tecnologia, educação, cultura ou sustentabilidade em áreas degradadas ou isoladas. Parte dos recursos da compra do cripto ativo e das doações recebidas de pessoas físicas, jurídicas e instituições internacionais, serão trocados pelo cripto ativo AMAZONASCOIN e depositados em um green cripto crowdfunding para que sejam usados no arrendamento de árvores reflorestadas, garantindo sua sobrevivência e renda para os que realmente preservam as Amazônia Legal, os moradores da Amazônia.

Negociando créditos de CO2 com Amazonascoin

O conceito do modelo de negócios proposto pelos especialistas do INEPP prevê que aquelas pessoas que comprarem AMAZONASCOIN poderão trocá-las por títulos de créditos de carbono e vice versa, fazendo com que a liquidez seja imediata.

O Governo brasileiro se preocupa com atividades que ofereçam pouca transparência. Hoje ele investiga o desvio de verbas do Fundo Amazônia, custodiado pelo Banco Central do Brasil. Há indícios de que Organizações Não Governamentais tenham usado mais de 80% dos recursos recebidos para o pagamento de recursos humanos.

As ONG investigadas não tem conseguido comprovar a real utilização do recurso recebido em atividades de preservação ou combate ao desmatamento. Assim, a AMAZONASCOIN aparece como uma oportunidade de colocar o CO2 na cadeia de produção digital, com transparência e com a confiabilidade necessária para associar a mineração blockchain PoC ao ciclo econômico do mercado de CO2.

Apesar de parecer improvável, o modelo de negócio é extremamente simples. “No conceito proposto, qualquer pessoa pode comprar a AMAZONASCOIN, promover o reflorestamento da Amazônia Legal e efetivamente salvar o planeta”, diz o Diretor da Agência Internacional de Tecnologia Disruptiva (AITD), Clynson Oliveira. O núcleo do sistema é a mineração da AMAZONASCOIN. O nome traz em si a palavra chave de toda a polêmica em torno do controle da certificação do CO2.“Se a Amazônia é nossa, o CO2 sequestrado pela floresta preservada é uma riqueza que pertence a quem preserva, e ao Brasil”, diz Clynson Oliveira. De acordo com pesquisadores da EMBRAPA o plantio de árvores tem o potencial de absorver dois terços das emissões de CO 2 prejudiciais ao clima.

Amazonascoin, o ouro verde digital

“O que se espera é que a AMAZONASCOIN seja encarada como o novo ouro verde digital e que venha, ao lado da Libra do Facebook, compor uma nova disrupção no modelo de preservação ambiental e de mercado verde econômico mundial”, diz Marcus Lisboa, Presidente do INEPP.

A AMAZONASCOIN é um cripto ativo independente, não estatal, que pode ser adotado por qualquer governo, incluindo o brasileiro, como elegível para receber fundos nacionais, de caridade, internacionais ou doações para que sejam transformados em ações de reflorestamento. Ainda, as pessoas que adquirirem o cripto ativo poderão trocá-lo por moeda FIAT ou fazer pagamentos.

A mineração de cripto ativos no Brasil já é considerada uma atividade produtiva que deve constar da balança comercial. No caso da AMAZONASCOIN a mineração será liberada para poucos associados, que cederão parte da mineração direto para o green crypto crowdfunding afim de que ele gerencie os projetos verdes que efetivamente farão a parte real de sustentabilidade.

A produção de cripto ativos poderá ser negociada em bolsas próprias ou de crédito de carbono, indexada ao valor dos créditos de carbono. Hoje um crédito de carbono custa em torno de USD$ 3,00, entretanto, segundo o Banco Mundial, este valor pode chegar a USD$ 30,00 em 2020 e a USD$ 80,00 em 2030, tornando o ativo bastante atrativo a investidores, especuladores e pessoas comuns, apenas interessadas em fazer a sua parte para a conservação do meio ambiente.

Integração do sistema digital ao meio ambiente

A AMAZONASCOIN está pronta para ser integrada a qualquer sistema de comércio de emissões de certificados de CO2, seja no Brasil, nos EUA, na Europa ou em quaisquer outros continentes. Ela pode ser integrada a quaisquer meios de pagamento e inclusive ao novo sistema de Open Bank que está sendo implementado no Brasil pelo Banco Central. Esta é, efetivamente, a base para um futuro mercado internacional eficiente de comercialização e fomento de redução de emissões de CO2.

“Não basta ser brasileiro, tem que participar, o carbono da Amazônia é nosso”, diz o idealizador do modelo de negócios do INEPP”. “O Brasil tem que estar na frente quando se fala de aliar a tecnologia à melhoria das condições de vida da população da Amazônia, da preservação de sua cultura e de nosso meio ambiente”, afirma Clynson Oliveira da AITD. Uma AMZ hoje, custa USD$ 0,16, ou seja, 1/18 de um crédito de carbono. Todas as moedas trocadas por certificados retornarão ao green crypto crowdfunding, ou seja, serão reinvestidas em mais ações verdes, criando uma corrente do bem em prol da Amazônia.

A rastreabilidade da blockchain PoC garante que um certificado de CO2 não seja trocado duas vezes pela mesma AMZ. Tal tecnologia visa evitar as fraudes e a lavagem de dinheiro, pois todos os utilizadores da AMZ terão suas transações registradas na blockchain de forma auditável em tempo real.

Perguntamos ao diretor do INEPP quais as vulnerabilidades do sistema e ele respondeu: “o sistema pode conter fraquezas, entretanto, a questão climática precisa de inovações e soluções antes impensadas, caberá ao mercado, aos especialistas financeiros e aos ambientalistas implementar, testar e validar processos como este da AMZ. A natureza não pode esperar que discussões acadêmicas resolvam, por si só, o que pode ou não salvar o planeta. A situação ambiental mundial exige ação”, afirma Marcus Lisboa.

“O poder da economia mundial está na exploração das potencialidades ainda não desenvolvidas da economia digital”, diz Clynson Oliveira.

Para saber mais sobre a AMAZONASCOIN, entre no site www.amazonascoin.com.br e baixe o whitepaper.

By Amazonascoin Team


https://amazonascoin.com.br/2019/09/01/a-criptomoeda-de-co2-alternativa-ao-bitcoin/



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