A tecnologia das criptomoedas chegou para ficar, descentralizar e revolucionar as relações financeiras entre indivíduos, empresas, organizações e países. Tem-se provado cada vez mais que não é uma bolha especulativa, mas o dinheiro do futuro. Previamente à compreensão dessa tecnologia que vai romper com a configuração e funcionamento do sistema financeiro e monetário atual, gostaria de fazer uma breve exposição sobre o conceito basilar que amplifica nosso campo de entendimento sobre o tema. Porque essa tecnologia não se projeta somente como uma inovação que pode facilitar nossas vidas, mas trata-se de algo que terá um impacto muito mais profundo. Não podemos falar propriamente das criptomoedas (ou da tecnologia Blockchain), seu impacto e relevância, sem antes discernir um termo essencial: o conceito de Tecnologia Disruptiva.

O termo “Tecnologia Disruptiva” apareceu pela primeira vez em um artigo de 1995, chamado Disruptive Technologies: Catching the Wave. Depois, o autor e professor de Harvard, Clayton Christensen conta melhor a teoria em seus livros The Innovator’s Dilemm e The Innovator’s Solution (O Dilema do Inovador e a Solução do Inovador).

Ele se inspirou no conceito de “destruição criativa” cunhado pelo economista austríaco Joseph Schumpeter, em 1939, para explicar os ciclos de negócios.

Segundo ele, o capitalismo funciona em ciclos, e cada nova revolução (industrial ou tecnológica) conclui um ciclo que destrói o mercado anterior e inicia um novo.

Tecnologia disruptiva ou inovação disruptiva é um termo que descreve a inovação tecnológica de produtos ou serviços, com características “disruptivas”, em vez de evolutivas - ou seja, que provocam uma ruptura com os padrões, modelos ou tecnologias já estabelecidos no mercado. Assim como vimos no exemplo da Kodak, o mercado de câmeras fotográficas analógicas foi engolido pelo novo mercado de câmeras e smartphones digitais.

O termo é uma tradução literal do conceito inglês “disruptive” e significa aquilo que “interrompe o curso normal” e cria uma descontinuidade sendo, portanto, transformador ou revolucionário.

O termo se popularizou entre os jovens empreendedores do Vale do Silício e foi apropriado pelas estratégias de marketing e publicidade. Atualmente é usado para promover produtos ou serviços considerados inovadores nos mais variados sentidos.

As invenções disruptivas ou revolucionárias são uma minoria quando comparadas a outros tipos de inovações introduzidas no mercado. Elas não podem ser confundidas com uma simples inovação ou com o aperfeiçoamento de tecnologias existentes - estes sim são processos bastante comuns em termos de desenvolvimento tecnológico.

Vou enumerar aqui seis áreas da tecnologia que possuem um maciço potencial de impacto para os próximos dez anos, ou seja, tecnologias potencialmente disruptivas. Cada uma dessas áreas possui diferentes aplicações. Vejamos a seguir:

01. Internet das coisas (Internet of Things - IoT): Significa toda tecnologia produzida que pode enviar e receber dados por meio da rede. A internet das coisas conecta aparelhos e veículos usando sensores eletrônicos e internet.

É qualquer sistema remoto utilizado por equipamentos eletrônicos diversos, com aplicação sem limites; desde um avançado sistema de segurança do Pentágono até uma TV que se conecta à internet.

Já estamos vendo o conceito, por exemplo, de “casa inteligente”, em que o uso da rede permite o controle de muitas coisas, como a iluminação, temperatura, ativação de eletrodomésticos; como programar a torradeira para o horário que você costuma acordar ou preparar um cafezinho para quando estiver chegando em casa. São inúmeras possibilidades de integração com sistemas e aparelhos disponíveis no mercado e muitas outras estão em desenvolvimento.

Tudo isso está relacionado com o movimento da Internet das Coisas, que tem como objetivo conectar os itens do dia a dia com a internet, para coletar informações em tempo real e auxiliar na vida das pessoas.

Imagine isso em sistemas de segurança, em sensores que captam e processam informações do seu corpo para analisar sua saúde; roupas que detectam e controlam sua temperatura corporal; uso de óculos para uma chamada de vídeo e a lista segue. Acredita-se que até 2020, 20 bilhões de dispositivos estarão conectados à rede.

02. Inteligência Artificial (IA): É um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente. As aplicações também são diversas. Temos visto um crescente uso da IA em sistemas automáticos de atendimento ao cliente, publicidade e marketing (robots), processamento de dados, crescente uso em veículos e smartphones dos “robôs que interagem”.

 

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